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Sábado, 18 de Abril 2026

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ALUNOS DA ESCOLA DONA LEOPOLDINA DE ITAIPULÂNDIA CRIAM LENDA INSPIRADA NO DINOSSAURO DO PARQUE AQUÁTICO

Unindo criatividade, aprendizado e identidade local, os alunos do 5º ano B da Escola Municipal Dona Leopoldina, sob a orientação da professora Sílvia Claudete Valk Soares, protagonizaram uma experiência literária especial no primeiro trimestre letivo de 2025.

ALUNOS DA ESCOLA DONA LEOPOLDINA DE ITAIPULÂNDIA CRIAM LENDA INSPIRADA NO DINOSSAURO DO PARQUE AQUÁTICO
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Unindo criatividade, aprendizado e identidade local, os alunos do 5º ano B da Escola Municipal Dona Leopoldina, sob a orientação da professora Sílvia Claudete Valk Soares, protagonizaram uma experiência literária especial no primeiro trimestre letivo de 2025. A atividade culminou na criação da “Lenda do Dinossauro do Parque”, inspirada em um dos ícones turísticos de Itaipulândia: o dinossauro do Itaipuland Parque Aquático.
A proposta partiu do trabalho com o gênero textual lenda, explorado pelas turmas de 5º ano ao longo do trimestre. Após estudos detalhados sobre a estrutura e os elementos desse tipo de narrativa, os alunos analisaram diversas lendas, entre elas a Lenda do Balanço do Morro, produzida pela turma do 5º ano de 2024, também da Escola Dona Leopoldina. Motivados pelo encantamento desses estudos e pela riqueza cultural que representam, a turma do 5º B mergulhou em uma produção coletiva que uniu ficção e o cenário real do município.
A lenda criada tem como cenário o Itaipuland Parque Aquático, onde está instalado um imponente dinossauro que, além de decorar a entrada do local, funciona como um divertido toboágua, sendo um dos principais atrativos para o público infantil. Como a escola está localizada no Bairro Caramuru, região por onde passam muitos dos visitantes do parque, o vínculo afetivo e geográfico com o local contribuiu para fortalecer a identidade da narrativa.
A atividade valorizou o protagonismo dos alunos, que, além de desenvolverem habilidades de leitura, escrita e oralidade, também puderam trabalhar a imaginação e o senso de pertencimento ao município. A criação da lenda reforça o papel da escola como espaço de valorização cultural, incentivo à produção autoral e aproximação entre os conteúdos curriculares e o cotidiano dos estudantes.
Lenda do Dinossauro do Parque
Conta a lenda que desde a Era Mesozoica, ovos de dinossauro mantiveram-se escondidos na superfície terrestre, em torno de 2 mil metros de profundidade.
Em uma cidade, conhecida como Aparecidinha do Dino-oeste, um grupo de geólogos, tentando descobrir a extensão do maior aquífero do mundo, o Grande Amazônia, iniciaram perfurações de solo, mal sabiam eles que estavam sobre outro aquífero, o Guarani.
Brocas enormes eram fincadas no solo tentando chegar até a água. Tiveram uma surpresa quando encontraram algo muito duro, denso, que as brocas não conseguiram perfurar. Daquela escavação saiu um jato muito forte de água, como num gêiser e um grande ovo.
Os geólogos tentando esconder o fato curioso, urgentemente esconderam esse ovo em um pequeno laboratório clandestino, que criaram para analisá-lo, porque imaginavam ganhar muito dinheiro com essa descoberta.
As águas descobertas na perfuração eram quentes, eram águas termais, então criaram ali um parque aquático termal, que passou a ser visitado por muitas pessoas e ter atrações diversas.
Com o vazamento de um dos canos que abastecia o parque, uma parte da água foi desviada do caminho e inundou o laboratório, molhando o ovo que estava escondido num compartimento secreto no solo do laboratório. Ao amanhecer, os geólogos chegaram no laboratório e encontram as cascas do ovo e ao lado dele, um Dinossauro. Sem saber o que fazer com ele, que já estava da altura dos cientistas, colocaram-no como uma atração do parque, dizendo a todos que era uma pessoa vestida de Dino, que passaram carinhosamente a chamar de Juninho Jumento, em homenagem a um jumento que era usado para puxar as cargas de terra durante a perfuração.
O tempo foi passando e a mentira não pode ser sustentada, pois o Deus do Tempo, irado com o fato de um Dinossauro ter nascido na era dos humanos, acelerou o crescimento de Juninho Jumento. O disfarce foi por água abaixo e por mais gentil que ele fosse e mesmo com as brincadeiras que fazia, passou a assustar os adultos, que viam os filhos deslisando por sua cauda. Juninho baixava a cabeça para beber água enquanto as crianças subiam e depois deslizavam por sua cauda como num tobogã.
Os cientistas querendo manter a atração no parque, sem piedade, desenvolveram uma poção de petrificação e deram ao dino, juntamente com um sorvete, que era o doce preferido de Juninho. E ele, assim que consumiu o sorvete, petrificou-se, ficou lá, na frente do parque, como estátua, e assim está, até hoje.
Mas, para acalmar o Deus do Tempo, que ainda não estava conformado com a situação, como um tiro no peito, no instante anterior a petrificação, o coração do Dinossauro foi arrancado e entregue a ele. Hoje crianças e adultos passam por essa estátua, entram pela cavidade que ficou em seu peito e deslisam para as águas, sem saber a verdade sobre o querido Juninho Jumento.
 
FONTE/CRÉDITOS: Turma 5º ano B, professora Silvia.
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