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VEREADOR ABEL SERENA DE ITAIPULÂNDIA PROPÕE FORNECIMENTO GRATUITO DE MOUNJARO NA REDE PÚBLICA MUNICIPAL

Indicação solicita estudo de viabilidade para atender pacientes com diabetes tipo 2 e obesidade mediante prescrição médica.

VEREADOR ABEL SERENA DE ITAIPULÂNDIA PROPÕE FORNECIMENTO GRATUITO DE MOUNJARO NA REDE PÚBLICA MUNICIPAL
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O vereador Abel Davi Serena, de Itaipulândia, apresentou a Indicação nº 15/2026 solicitando ao prefeito Lindolfo Martins Rui que seja analisada a viabilidade do fornecimento gratuito do medicamento Mounjaro (tirzepatida) na rede pública municipal de saúde.

A proposta prevê que o medicamento seja disponibilizado mediante prescrição médica para pacientes diagnosticados com diabetes mellitus tipo 2, obesidade e obesidade mórbida, dentro dos critérios técnicos estabelecidos pela Secretaria Municipal de Saúde.

Justificativa

De acordo com o parlamentar, a diabetes e a obesidade configuram sérios problemas de saúde pública, estando associadas a complicações como doenças cardiovasculares, hipertensão, insuficiência renal e redução da qualidade de vida.

Conforme destacado na indicação, o Mounjaro tem apresentado resultados significativos no controle glicêmico e na redução do peso corporal, especialmente em pacientes com obesidade e obesidade mórbida. O uso adequado do medicamento pode contribuir para a melhora do quadro clínico e para a prevenção de complicações futuras.

O texto também ressalta que o alto custo do tratamento inviabiliza o acesso para uma parcela significativa da população. Nesse sentido, o fornecimento gratuito por meio da Secretaria Municipal de Saúde de Itaipulândia, com critérios médicos e observância de protocolos clínicos, poderia ampliar o acesso ao medicamento.

A indicação aponta ainda que a medida pode gerar economia aos cofres públicos a médio e longo prazo, reduzindo internações e tratamentos de alta complexidade, além de melhorar a qualidade de vida dos pacientes, diminuindo limitações físicas, dificuldades de locomoção e impactos nas atividades sociais, profissionais e familiares.

A proposta agora segue para análise do Poder Executivo.

REDAÇÃO

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